Notícias ACIT

26/06/2013

Conexão Empresarial 2013: foco na capacitação corporativa

Vendas de passaportes passam de 50%; aquisição pode ser parcelada

25/06/2013

Conselho do Jovem Empreendedor recebe novos integrantes

Foi realizada na manhã desta terça-feira (25), na Associação Comercial e Empresarial de Toledo (Acit), reunião com os membros do Conselho do Jovem Empreendedor (Cojem),

São eles, Cesar Carrari Ramos, Rodrigo Allebrandt, e Jean Michel Vanzella. Na ocasião, foram apresentadas aos novos integrantes do grupo, as ações e atividades realizadas durante o ano, eventos organizados, e as bandeiras defendidas.

         Além disso, foi dado início à organização do Prêmio Toledo Destaque Empresarial 2013. Em pauta ainda, os jovens foram lembrados da visita técnica à C.Vale, em Palotina, que será realizada no próximo dia 03.

25/06/2013

Acit promove integração de empresários em encontro

O Empresas e Negócios em Foco, realizado pela Associação Comercial e Empresarial de Toledo (Acit), reúne mensalmente empresários associados com intuito de promover a integração entre os participantes e a divulgação das empresas.

24/06/2013

Empresários do setor industrial têm encontro na Acit

Empresários do segmento industrial participaram de encontro na Associação Comercial e Empresarial de Toledo (Acit), com a presença do presidente Edson Carollo e do Diretor de Indústria, Paulo Victor Almeida, na manhã de sexta-feira (21).

Uma das metas da entidade é promover maior aproximação com os associados e atuar efetivamente como ponto de apoio às empresas. De acordo com o diretor Paulo Victor de Almeida, diferente do setor de comércio, que historicamente tem participação mais ativa, as empresas do segmento industrial não possuem ligação mais efetiva.

A intenção é fazer a integração das empresas com a entidade, diagnosticar as dificuldades e necessidades para promover o desenvolvimento. “Muitas questões podem ser discutidas em conjunto. Precisamos sair da nossa zona de conforto, motivar os empresários, identificar os problemas e buscar soluções”, argumenta o diretor de Indústria.

O encontro foi produtivo, com a discussão de temas relevantes, e atingiu o objetivo. “Ficamos satisfeitos com a participação dos empresários e já definimos a data da próxima reunião. Pretendemos criar uma agenda positiva para avançarmos o debate e encaminhamento das demandas a fim de fortalecer o setor”, destaca Almeida.

Presente ao encontro, o empresário Artur da Igreja, da GBT do Brasil, considerou positiva a iniciativa. Em sua opinião, pelo caráter empreendedor, muitos empresários têm buscado solucionar as dificuldades isoladamente, porém, considera importante a união. “Esta aproximação é importante, para alinhar causas comuns e buscar avanços, que beneficiarão a todos”, observa.

Também participou do encontro o coordenador de Área e Gestão e professor do curso Técnico em Logística do Senai, Jean Matos.

24/06/2013

Para crescer, Brasil depende da reforma tributária

um dos consensos extraídos da plenária da Caciopar, sábado na PUC em Toledo, foi da necessidade de reforma tributária para que o País possa enfrentar suas limitações e dar vazão ao seu potencial de crescimento. A saída está na vontade, na determinação e no pulso firme do governo federal, disseram interlocutores em um evento que reuniu mais de 200 pessoas entre empresários, líderes políticos, comunitários e acadêmicos.

O presidente da Fenacon, federação que reúne empresas de contabilidade, assessoria e consultoria, Valdir Pietrobon, afirma que a reforma é urgente e necessária. “Se não sair por bem, vai na marra e então, caso a opção seja a última ela será feita às pressas e não atenderá às verdadeiras carências nacionais”. O governo federal, conforme Pietrobon, precisa determinar o rumo dessa tarefa. “Já que o consenso entre as partes envolvidas é difícil, o governo precisa agir e utilizar sua força de representação para que a matéria seja aprovada e colocada em prática”, disse.

Para o diretor geral da Secretaria de Estado da Fazenda, Clovis Rogge, há caminhos que têm contribuído para tornar o sistema fisco-tributário mais equilibrado. Ele citou a substituição tributária hoje considerada por ele como instrumento de sobrevivência para os estados. “Com ela, grandes setores têm de fazer o recolhimento de toda a cadeia na saída dos produtos e isso facilita o processo arrecadador, porque é muito mais fácil do que ter de receber depois, de cada empresa, de forma pulverizada”. Rogge é a favor de políticas mais justas e de uma carga tributária mais coerente e disse que, nesse contexto, o Paraná tem feito sua parte ao promover desonerações.

Simples Nacional

O secretário do comitê-gestor do Simples Nacional, o auditor do Ministério da Fazenda Silas Santiago, falou da complexidade do sistema tributário brasileiro. Ele entende o Simples Nacional como uma reforma pelo menos às micros e pequenas empresas. “A lógica do trabalho é a unificação e a simplificação e isso ocorre como essa ferramenta que alcança milhões de empresas”. A Lei Complementar 123 não se refere apenas a questões tributárias, mas também ao universo que cerca as empresas de pequeno porte, como crédito, associativismo e facilidades e vantagens em participar de licitações públicas.

Silas informou também sobre a substituição tributária, que considera excessiva em alguns aspectos que precisam de correção, e afirmou que uma das intenções do governo federal é, gradualmente, levar a desoneração da folha de pagamentos a todos os setores produtivos. Já o presidente do Sescap-PR, Mauro Kalinke, defende o apoio da sociedade organizada, e principalmente das entidades empresariais em lutas que contribuam para a redução da carga tributária e para a simplificação de processos.

Além da reforma tributária, outro aspecto ressaltado por líderes presentes, como os deputados Elio Rusch, Dilceu Sperafico e Alfredo Kaefer e pelo prefeito Beto Lunitti foi o momento que o País vive com diversas manifestações populares que protestam contra a corrupção, a impunidade e a má qualidade dos serviços públicos. “Esse é um momento importante para reflexões e para analisar, cada um de nós, no que podemos melhorar a avançar”, disse o prefeito Beto Lunitti.

O presidente da Faciap, Rainer Zielasko, afirma que o Estado é lento e pesado demais e que há recorde de ministérios (39) para garantir o mínimo de governabilidade. Por isso, afirmou, entre outros, o Brasil precisa aprovar a unificação das eleições. Os presentes também tiveram a oportunidade de formular questionamentos aos presentes e, na palavra livre, falaram o ex-prefeito Albino Corazza Neto e o deputado federal Alfredo Kaefer. Corazza sugeriu uma ampla mobilização empresarial para exigir mudanças e a adoção de uma política fisco-tributária que permita às empresas e ao País crescer.

Kaefer informou de uma matéria que apresentou em 2007 e que revê o Pacto Federativo, com distribuição mais justa de recursos aos entes da União – governo federal, estados e municípios. O presidente da Acit, Edson Carollo, disse que o momento exige unidade e visão estadista. “Precisamos de novidades também no Congresso, porque o que vem de lá geralmente acaba por penalizar quem produz e gera desenvolvimentol”.

Para o presidente da Caciopar, Mario César Costenaro, a plenária permitiu aprofundar temas importantes e também aprovou 54 moções que buscam oferecer ao Oeste condições mais adequadas para que possa crescer. A plenária ainda contou com as presenças do deputado estadual Elton Welter, do presidente da Ferroeste, João Vicente Bresolin Araújo e do presidente da Amop, José Carlos Mariussi.

24/06/2013

Acit manifesta apoio à mobilização popular

A Associação Comercial e Empresarial de Toledo (Acit) torna pública a sua posição a respeito das mobilizações populares que vem ocorrendo em todo o país nos últimos dias.

Entendendo que tais atos públicos fazem parte da rotina política e social dos regimes democráticos e, mais do que isso, são necessários ao aprimoramento dos processos deliberativos e decisórios que envolvem os interesses da sociedade civil, a ACIT manifestou o seu apoio à mobilização que aconteceu em Toledo, nesta sexta-feira (21).

Porém, entende que essas manifestações devem ser pacíficas e apartidárias, garantindo os direitos individuais de todos os cidadãos indistintamente e a integridade patrimonial das instituições e dos bens particulares e coletivos da cidade, e espera uma ação compatível e serena de todos os envolvidos.

Por fim, a ACIT defende que, acima de tudo, o diálogo deve prevalecer de modo que as questões dos manifestantes possam ser avaliadas e ponderadas pelas autoridades.